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domingo, 12 de junho de 2016

Duolingo

Bedaŭras (Desculpe-me)! Não utilizo o blog há um tempo, mas foi por conta de- Você nem liga, esse blog não tem leitores assíduos. De qualquer forma, há muito tempo que alguns de meus amigos já me indicavam o Duolingo para estudar idiomas, mas nunca dei ouvidos porque me achava auto-suficiente. De certo, talvez estudar sozinho nunca tenha sido um problema, mas nunca achei que eu poderia estar sendo tão ingênuo por tanto tempo. O Duolingo, acreditem ou não, tem a capacidade de impulsionar seu aprendizado de uma forma gritante.

O site/aplicativo te apresenta diversas lições classificadas em diferentes tópicos, e junto com estas ele dispõem de alguns exercícios de fala/audição/escrita/leitura para fixar o assunto. Cada uma delas vem até com um pequeno vocabulário e minha nossa, que efetividade! É fato que para falantes de português, o aplicativo não seja lá o mais completo do mundo, apresentando apenas o Inglês, o Espanhol, O Francês e O Alemão (O Italiano está em construção).

Felizmente, se você já é fluente em inglês, é provável que não terá problemas relacionados à disponibilidade linguística usando o aplicativo. É só selecionar sua língua nativa como o inglês que você terá acesso às aulas de: Espanhol, Francês, Alemão, Italiano, Português (Nossa, hein?), Holandês, Sueco, Irlandês, Russo, Turquês, Dinamarquês, Norueguês, Esperanto, Polonês, Ucraniano, Galês e Vietnamita (Estando estas últimas três em estágio Beta, mas ainda sim, utilizáveis).
17 são muitas línguas! Sem contar que já há uma gama de línguas sendo preparadas para o curso, sendo elas: Húngaro, Hebraico, Grego, Tcheco, Swahili, Romeno, Hindu, Coreano, Indonésio e até mesmo Klingon!

Acho que nunca me senti mais feliz usando um site de estudo de línguas antes e infelizmente, por mais que eu queria, nenhuma palavra que eu diga a mais vai te exemplificar melhor como ele é bom do que a experiência de usá-lo. Então use-o! Agora:

http://www.duolingo.com
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segunda-feira, 9 de maio de 2016

A Diversão Existe

Só compartilhando uma breve experiência que tive nessas últimas 2 semanas. Depois de ver o peso que é estudar a língua russa, tive uma decaída moral e minha auto-estima abaixou muito. Eu me julgava capaz de aprendê-la, e de fato, creio que posso- Mas no momento me encontro incapacitado. De uma forma ou de outra, não sei se foi força de vontade ou se foi um alto ego maligno e cheio de culhões que me levou a tomar uma decisão quase que absurda, mas: Eu me permiti aprender o grego.

E não bastando ter começado a aprendê-lo, ainda chamei um grupo de amigos meus para estudar junto comigo. Primeiramente eram dois amigos e agora são quatro. A situação parece ter agradado às outras duas jovens mentes e fico feliz que isso tenha acontecido. O fato é que, durante o pouco tempo que tivemos disponível para que eu pudesse orientá-los, me ocorreu que enquanto o aprendizado estava ocorrendo, algo a mais acontecia: Algumas pessoas fora daquele grupo de estudantes... Se interessavam por aquilo?

Não foram muitas, apenas duas, mas ainda sim, um número bem alto se equiparado às minhas expectativas iniciais. Elas não apenas tomaram interesse, como também se voluntariaram (sem nem ao mesmo pedir, mas tudo bem) para ajudar aqueles que estavam de fato aprendendo a língua a resolver as questões que eu lhes colocava. Foi um grande incentivo para mim ver que talvez, mas só talvez, todo mundo, lá no fundo, só tenha preguiça mesmo.

Afinal, a única razão que consigo enxergar para que alguns de meus amigos que tenham tomado interesse pelo aprendizado da língua grega, não ter começado (nem ao mesmo comentado sobre "como seria legal se eu falasse" ) é a falta de vontade. Talvez pelo fato de não verem muitas oportunidades advindas daquilo, talvez pela preguiça, talvez pelo pensamento coercivo. Mas não importa. A situação é que a língua lhes chamou a atenção. Uma língua tão rústica mas tão bela, que em suas premissas e entrelinhas chamou a atenção, pelo menos de alguns, para tudo aquilo que ela apresenta de mais incrível.

Quero ver mais disso.
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quinta-feira, 31 de março de 2016

"Inteligência", "Aprendizado" e "Capacidade".

Algo que sempre me incomodou na maioria das pessoas é a ideia que elas têm acerca de certos conceitos, como "inteligência", "aprendizado" e "capacidade". Dos pouquíssimos meses que tirei para pensar mais profundamente sobre a vida, pude checar a meus próprios conceitos. E eles têm valido a pena, isso eu tenho certeza.

Primeiramente, odeio a utilização do termo "inteligência". Essa palavra me incomoda e raramente a utilizo. Geralmente esse termo é atribuído às pessoas, e de uma forma muito errônea. Numa sala de aula é muito fácil identificar os "burros" e os "inteligentes". Rapidamente atribuímos qualidades desmerecidas a certas pessoas e rotulamos outras de forma injusta. Em vez de inteligência, gosto de utilizar a palavra "inteligibilidade". Não apenas ela em si, mas todos os preceitos e meios que te levam a adquiri-la.

A segunda definição que as pessoas não costumam procurar é "aprendizado". Aprendizado não tem nada haver com aquilo que chamamos de capacidade. Não, está muito além. Engloba desde os métodos utilizados pelos instrutores até a motivação dos alunos, tão como as formas das quais eles utilizam para alcançar aquilo que realmente desejam.

E por último, mas não menos importante, a "capacidade". O que é capacidade para você? Você é capaz de aprender a tocar um instrumento ou a falar outra língua? É muito comum sermos conduzidos a esse caminho, até mesmo pela própria sociedade e a forma da qual ela impõe suas definições. Mas a questão é que capacidade é um termo muito mais complicado do que as pessoas geralmente pensam. Ela abrange toda uma questão que usa da situação e da motivação do indivíduo para chegar a um consenso. Isso quer dizer que "capacidade" é só uma palavra usada para rotular aqueles que se diferenciam dos outros por utilizarem de sua motivação e de seu amor por um certo algo para alcançar aquilo que realmente desejam.

E no quesito "línguas", a situação não é nada diferente. Rotular-se como burro ou incapaz é um corte momentâneo para a sua auto-estima. Ao ponto em que atribuímos esses conceitos às nossas vidas estamos desperdiçando chances inimaginavelmente prazerosas e que realmente valem a pena. Essa concepção se aplica da mesma forma a tudo.

Além de utilizar dessas definições entregues já prontas a você, é importante: tornar-se inteligível (não inteligente, mas inteligível, capaz de adquirir conhecimento) através de seus próprios métodos; descobrir a forma mais efetiva de aprendizado, até porque nem todos aprendemos da mesma forma; estarmos tomados de motivação, determinação e capacidade (aqui sim podemos usar a palavra capacidade) de ver aquilo que realmente queremos.
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sábado, 27 de fevereiro de 2016

Quanto mais, mais fácil

E isso é um fato, falante. Quanto mais línguas você aprender, mais fácil vai ser aprender a próxima. A questão é que você já vai ter pego "a manha da coisa", sem falar das inúmeras regras linguísticas e palavras que serão muito parecidas em línguas distintas. Acho que o espanhol e o português são o exemplo perfeito! Eles são como irmãos gêmeos não idênticos.

A falta de experiência que eu tenho me leva a fazer este post muito mal escrito, mas a questão é que eu já passei tempo o suficiente ao lado das línguas para notar que quanto mais você aprende, mais fácil fica a coisa (e na verdade, não é preciso ser fluente em nada para chegar a essa conclusão). Ao passo que você lê "Yo soy" (Eu Sou em espanhol) e "момент" (Momento em russo), você vai cada vez mais falando "ei, isso parece tal coisa".

Após chegar a essa conclusão, eu notei como o esperanto, por exemplo, é tão útil. Ele apresenta regras e palavras que são similares ou até mesmo iguais em diversas outras línguas, mas numa forma bem mais comprimida e fácil. E fico muito triste em dizer que só agora noto como a simplicidade dele nos ajuda em proporções gritantes.

É sempre aquela mesma questão de quanto mais você fizer, mais fácil será fazer- E não importa qual língua você estude, ela vai te ajudar direto e indiretamente em todas as outras. Até alguns termos e palavras vão ser derivadas ou influenciadas de outras- E essa é uma das maiores belezas das línguas.
Elas são como uma família que com o tempo se separa- Mas no final todas elas ainda vão ser parte da família.
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